O que acontece quando experiências de Educação baseada na Natureza deixam de ser iniciativas isoladas e passam a fazer parte das práticas de diferentes escolas?
No sétimo episódio do Sementes EbN, conhecemos a experiência de Gravataí, no Rio Grande do Sul, onde o trabalho coletivo tem contribuído para ampliar o desemparedamento escolar e fortalecer novas possibilidades de ensinar e aprender em contato com a natureza.
Com a participação de Aluana Bauer, assessora pedagógica da Secretaria de Educação de Gravataí, o episódio apresenta caminhos para integrar a natureza ao cotidiano escolar, valorizando os territórios como espaços de aprendizagem, investigação e descoberta.
Confira o episódio completo
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Do desemparedamento escolar à construção coletiva
Desemparedar a escola é reconhecer que a aprendizagem pode acontecer em diferentes espaços, para além da sala de aula. Pátios, jardins e outros ambientes do território oferecem oportunidades para explorar, investigar e construir conhecimentos a partir do contato com a natureza.
Mas como ampliar essas possibilidades para que façam parte das práticas pedagógicas de diferentes escolas?
A experiência de Gravataí mostra a importância do trabalho coletivo, do estudo e da pesquisa nesse processo. Ao compartilhar conhecimentos e experiências, educadores podem fortalecer práticas já existentes e construir novos caminhos para integrar a Educação baseada na Natureza ao cotidiano escolar.
Mais do que realizar atividades pontuais em ambientes externos, essa abordagem convida a reconhecer o potencial educativo dos territórios e a desenvolver práticas com intencionalidade pedagógica.
Educação baseada na Natureza e os desafios do território
A Educação baseada na Natureza também oferece oportunidades para abordar questões ambientais presentes no cotidiano das comunidades escolares.
Temas como a crise climática, a educação ambiental e os impactos das mudanças climáticas podem estimular reflexões e práticas que relacionam os conhecimentos trabalhados na escola às características e aos desafios de cada território.
Nesse contexto, a experiência compartilhada por Aluana Bauer reforça que as transformações podem começar com práticas que educadores já desenvolvem, ganhando força por meio da colaboração e da construção coletiva.
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